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Estados Unidos podem auxiliar na implantação de banco de DNA no Brasil
Terca-feira, 02 de Agosto de 2011, (18h56).Última atualização em Terca-feira, 02 de Agosto de 2011, (18h58).
Em encontro com o senador Ciro nos Estados Unidos, o diretor do Bureau of Narcotics and Law Enforcement Affairs, William Brownfield, falou sobre as dificuldades da identificação genética de criminosos no seu país. Durante a reunião, o diretor afirmou estar aberto a ajudar o Brasil no processo de implementação do banco de DNA, caso seja requerido.
De acordo com o Brownfield, lidar com banco de dados de DNA é trabalhar com a certeza científica, porém, a lei ainda encontra desafios nos EUA. O diretor explicou que o assunto já foi tratado em todas as jurisdições americanas, mas ainda há quem tente derrubar a lei. Ele disse acreditar que resistência similar também deve acontecer no Brasil.
Segundo ele, um grande desafio é o procedimento rígido exigido pelo sistema judiciário americano quanto à coleta de amostras. De acordo com Brownfield, essa rigidez é ainda maior no caso de coletas conflitantes. Outra dificuldade, segundo explicou, são as diferenças de ações que variam de estado para estado. Sobre isso, o diretor aconselhou que o Brasil explore as diferenças das legislações estaduais americanas para formular um modelo único.
Ciro Nogueira afirmou que conhecer a experiência dos Estados Unidos, bem como de outros países, é “importantíssimo para seguir modelos de êxito, evitando equívocos que, porventura, já tenham sido cometidos e superados”.
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