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Ciro quer energia a preço justo
Quarta-feira, 21 de Setembro de 2011, (18h31).Última atualização em Quinta-feira, 29 de Setembro de 2011, (12h21).
Senador apoia campanha para reduzir as tarifas atuais e defende novos leilões de concessão
Como forma de pressionar uma queda no valor das tarifas de energia no país, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) iniciou a campanha “energia a preço justo”. De acordo com a federação, é possível reduzir os valores cobrados pelas companhias energéticas e economizar 30 bilhões de reais por ano por meio da realização de novos leilões de concessão.
Defensor de preços mais justos nas tarifas de energia elétrica, o senador Ciro Nogueira apóia a campanha e afirma que é necessária uma revisão nos preços praticados pelas companhias energéticas que pesam no bolso do cidadão. O senador também concorda que novos leilões devem diminuir o preço da energia no Brasil.
“Com essa medida, poderíamos reduzir em até 30% o valor da energia elétrica para o consumo. Hoje a energia elétrica, que deveria ser um diferencial positivo, tem sido uma forma de atraso para nosso país e é uma situação que pode inviabilizar todo o nosso parque industrial”, avalia Ciro.
O contrato das usinas mais antigas vence em 2015 e a lei prevê que sejam feitos novos leilões para os próximos períodos de concessão. De acordo com a FIESP, os valores da energia nesses novos leilões devem ficar cerca de 70% mais baratos dos que os praticados hoje e isso provocaria também diminuição nas tarifas de energia elétrica.
Segundo estudo da FIESP, a matriz energética brasileira tem 77% de sua produção derivada das usinas hidrelétricas, a fonte mais barata existente. Entretanto, o valor pago hoje pelos brasileiros é de R$ 90 por megawatt hora, quantia mais alta que a de países como Estados Unidos e Canadá, cujas fontes principais são mais caras que as hidrelétricas.
Quem quiser fazer parte da “energia a preço justo” pode acessar o site da campanha e assinar o manifesto.
Veja vídeo do senador Ciro Nogueira questionando diretores da ANEEL sobre a alta taxa das tarifas de energia em audiência pública no Senado.
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